Avançar para o conteúdo principal

A proclamação da independência da Índia

A independência da Índia ocorreu por meio do Indian Independence Act (1947), que passou a produzir efeitos em 15 de agosto de 1947. Mahatma Gandhi (1869-1948), através da sua filosofia da não-violência, foi o grande arquiteto da libertação dos indianos da vasta sombra do Império Britânico.

A independência da Índia teve os seguintes acontecimentos:

Em 1858 ocorreu na Índia a Revolta dos Cípaios, que culminou na coroação da Rainha Vitória como imperatriz dos indianos. O domínio da Índia não foi uma tarefa fácil. Contudo, a ausência de um governo centralizado e a existência de uma sociedade de castas facilitaram a penetração inglesa.

A partir da década de 1920, Mahatma Gandhi e Jawarharlal Nerhu, com apoio da burguesia e do Partido do Congresso, começaram a liderar o movimento de independência. Gandhi pregava a desobediência civil e a não violência como meios de rejeição à dominação inglesa. A perda do poder econômico pela Inglaterra após a Segunda Guerra Mundial retirou as condições para manter a dominação da Índia.

Em 1947, os ingleses reconheceram a independência indiana. Isso levou, em função das rivalidades religiosas, à criação da União Indiana, governada por Nerhu, e do Partido do Congresso, com maioria hinduísta; e do Paquistão (Ocidental e Oriental) governado por Ali Jinnah, e da Liga Muçulmana com maioria islamita.

A independência da Índia ocorre devido um processo de lutas nacionalistas, permeadas pelas divergências religiosas entre hinduístas e muçulmanos, que levou em 1949 ao assassinato de Gandhi.

Desde 1947, o subcontinente indiano é atormentado por conflitos entre Índia e Paquistão.

Comentários

Mensagens populares deste blogue

Meu Pequeno Resmungão

Sentavas-te no alto, como quem vigiava um reino que só tu conhecias. A janela era o teu posto. O sofá, o teu trono. E aquele olhar meio fechado, entre sério e desconfiado, era a tua maneira de dizer: "Está tudo em ordem. Eu estou a tomar conta." Nunca foste o gato que pedia colo nem mimos. Nem o que seguia cada passo nosso. Eras feito de vontade própria, de aventuras inesperadas, de arranhadelas, de resmungos e de uma personalidade impossível de esquecer. Houve dias em que nos fizeste rir. Outros em que nos pregaste partidas. E muitos em que fingias que não precisavas de ninguém. Mas precisavas. E nós também. A vida foi deixando marcas no teu corpo. Mazelas que nunca escolheste. Batalhas silenciosas que foste enfrentando sem nunca perderes aquilo que fazia de ti... um Ginger Lince. O teu resmungo. Que tantas vezes nos fazia sorrir e que hoje daríamos tudo para voltar a ouvir. Lutaste o tempo que conseguiste.Nós lutámos contigo. Fomos contigo ao veterinár...