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Eros Hortencias

1: Bom dia, sete
Bom dia, ternura de setembro
2: Bom dia, sentido da ida
3: Bom dia,  sentido da vida
4: Bom dia,  manha de rodas as esperancas
5: long time no see you, marilu
Bom dia, alegria. Andas com insonias?
Bom dia, senso de amor
6: Bom dia,  confianca na mudanca
7: Bom dia,  alegria das hortencias
8: Bom dia,  clarim no ceu
9: Bom dia, dulcineia da crimeia
10: Bom dia, manha matricialfundadora da paze da felicidade filha dos sonhos e das utopias da humanidade
11: Bom dia, praia da bonanca
12: Bom dia, misterio das lagoas
13: Bom dia,  alforreca de setembro
14: Bom dia, ternura do verao
15. Bom dia, albacora real
16: Bom dia,  tempo e lugar de rodos os sonhos
17: Bom dia,  brisa
18: Bom dia, elogio da criacao
18: ta bem, certo
19: Bom dia,  sentido da vida que vale
19: pro. khalilo, especialista em problemas de amor, amarracoes, impotencia sexual, saude, negocios, sorte, vicios, afastar ou aproximar pessoas amadas.
20: Bom dia, estio prolongado em pleno outono chegado
21: Bom dia,  baia da alegria
22: Bom dia,  bebe
23: Bom dia,  menir de setembro
24: Bom dia,  charme
25:Bom dia, bencao de seres como es
nao te demores.
26: encosta da esperanca
27: Bom dia, pinguim
28: Bom dia, urna da democracia defunta
29: Bom dia, funeral da democracia
30: Bom dia, democracia de alterne

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A Estrada Não Perdoa

As estradas podem ser boas ou más. Há as novas, lisas, confiantes. Há as gastas, cheias de remendos e memória. Mas nenhuma estrada corrige a distração de quem conduz. O que decide nunca é apenas o piso, é o gesto. Um olhar que falha. Um segundo a mais. Um segundo basta. Conduz-se hoje como se o carro pensasse por nós. Entra-se, roda-se a chave, e parte-se. Poucos verificam pneus, óleo, travões. Confia-se que tudo funcione porque ontem funcionou. A máquina anda, logo está segura. Mas a segurança não é automática. É um hábito consciente que se renova todos os dias e que muitos deixaram cair. Na chuva e no nevoeiro, a estrada enche-se de sombras em movimento. Carros sem luzes. Outros apenas com mínimos, invisíveis atrás, como se não existissem. Avançam a velocidades incompatíveis com o que os olhos conseguem realmente captar. Pergunto-me se veem o caminho ou se conduzem por memória, como quem atravessa um quarto escuro de olhos fechados, convencido de que nada mudou desde ontem. Os ...