Avançar para o conteúdo principal

Alteração da Constituição de Portugal já para 2012 - para salvar Portugal

Caros amigos e amigas

Em três dias, a maioria das pessoas neste país lerá esta mensagem. Esta é uma ideia que realmente deve ser considerada e revista por todos os cidadãos.


*Alteração da Constituição de Portugal para 2012 para poder atender o seguinte, que é da mais elementar justiça:

*1. O deputado será pago apenas durante o seu mandato e não terá reforma proveniente exclusivamente do seu mandato.
2. O deputado vai contribuir para a Segurança Social de maneira igual aos restantes cidadãos. Todos os deputados ( Passado, Presente e Futuro) passarão para o actual sistema de Segurança Social imediatamente. O deputado irá participar nos benefícios do regime da Segurança Social exactamente como todos os outros cidadãos. O fundo de pensões não pode ser usado para qualquer outra finalidade. não haverá privilégios exclusivos.
3. O deputado deve pagar seu plano de reforma, como todos os portugueses e da mesma maneira.
4. O deputado deixará de votar o seu próprio aumento salarial.
5. O deputado vai deixar o seu seguro de saúde atual e vai participar no mesmo sistema de saúde como todos os outros cidadãos portugueses.
6. O deputado também deve estar sujeito às mesmas leis que o resto dos portugueses
7. Servir no Parlamento é uma honra, não uma carreira. Os deputados devem cumprir os seus mandatos (não mais de 2 mandatos), e então irem para casa e procurar outro emprego.

O tempo para esta alteração à Constituição é AGORA. Forcemos os nossos políticos a fazerem uma revisão constitucional. Assim é como se pode  CORRIGIR ESTE ABUSO INSUPORTÁVEL DA ASSEMBLEIA  DA REPÚBLICA. Se concorda com o acima exposto, ENTÃO VÁ PARA A FRENTE.  Você é um dos meus 20 contactos; por favor, mantenha ISTO A CIRCULAR.

Comentários

Mensagens populares deste blogue

Contos ao cair da noite, inspirados no ritual de ...Cura

Helena estava doente há quase um ano quando o médico lhe disse que existia uma cura. Não fez perguntas. Agarrou-lhe as mãos por cima da secretária e chorou em silêncio. O tratamento começou nessa mesma semana. As dores desapareceram primeiro. Depois vieram as noites tranquilas, o apetite, a cor no rosto. Ao fim de um mês, Helena já conseguia subir as escadas sem parar a meio. — Está a resultar — disse o médico. Ela sorriu. Nessa noite, dormiu profundamente pela primeira vez em muitos meses. Acordou pouco depois das três da manhã. Alguém estava sentado aos pés da cama. Ficou imóvel. A figura não se mexia. Helena acendeu o candeeiro. Não havia ninguém. Na manhã seguinte encontrou uma mancha escura sobre o lençol, exatamente onde julgara ver a silhueta. Convenceu-se de que tinha sonhado. Até começar a ouvir a voz. Primeiro no corredor. Depois na cozinha. Depois atrás da porta do quarto. Sempre durante a madrugada. Sempre a chamar por ela. — Helena... Quando perguntou ao...