Avançar para o conteúdo principal

Todos nós somos Anjos...

Aos anjos que encontrei pelo caminho, dei um nome bonito: "Amigos". 
Nós criamos laços, uma amizade forte, as conversas catitas, um ombro amigo em momentos difíceis, 
Mas e nos momentos complicados, nos momentos de angústia maior...

Nós sempre esquecemos o que a vida não cansa de nos fazer relembrar, 
que não temos nenhum controle sobre o instante seguinte, 
por mais planeado que seja, 
é sempre um mistério, sempre uma surpresa, sempre uma  possibilidade.

A vida é feita de escolhas. 
Quando dou um passo para frente, inevitavelmente alguma coisa ficou trás. 
Quando escolho um lado, o outro lado fica esquecido ou fica para atrás.

Deveria saber que não posso esperar tanto dos outros. 
Nem todo o mundo tem o mesmo coração que eu, 
nem todo o mundo viveu as experiências que eu vivi, 
nem toda a gente haja que mereça segunda chance na primeira recaída.  

Sei que nascemos da terra, temos um tronco de vida 
somos mais fortes ou menos fortes conforme educação e família, 
e conforme o tempo, crescemos, amadurecemos
nem todos, alguns crescem em tamanho, mas interiormente ficou no caminho.
E existem alturas que temos que fazer escolhas de vida, 



Se pudéssemos olhar no coração do outro 
e entender os desafios aos que cada um de nós enfrentamos diariamente... 
Acredito que nos trataríamos com mais gentileza, 
paciência, tolerância e cuidado.

O tempo...
O tempo cura quase tudo... 
O tempo abre-nos os olhos. 
O tempo abre o coração...


Comentários

Mensagens populares deste blogue

A Estrada Não Perdoa

As estradas podem ser boas ou más. Há as novas, lisas, confiantes. Há as gastas, cheias de remendos e memória. Mas nenhuma estrada corrige a distração de quem conduz. O que decide nunca é apenas o piso, é o gesto. Um olhar que falha. Um segundo a mais. Um segundo basta. Conduz-se hoje como se o carro pensasse por nós. Entra-se, roda-se a chave, e parte-se. Poucos verificam pneus, óleo, travões. Confia-se que tudo funcione porque ontem funcionou. A máquina anda, logo está segura. Mas a segurança não é automática. É um hábito consciente que se renova todos os dias e que muitos deixaram cair. Na chuva e no nevoeiro, a estrada enche-se de sombras em movimento. Carros sem luzes. Outros apenas com mínimos, invisíveis atrás, como se não existissem. Avançam a velocidades incompatíveis com o que os olhos conseguem realmente captar. Pergunto-me se veem o caminho ou se conduzem por memória, como quem atravessa um quarto escuro de olhos fechados, convencido de que nada mudou desde ontem. Os ...