Avançar para o conteúdo principal

O padre e a freira, imperdível!

Um Padre e uma Freira tinham saido de um convento.

Ao cair da noite, avistaram uma cabana a meio do caminho, e decidiram
entrar para pernoitar e prosseguir viagem no dia seguinte.

Ao entrarem na cabana, viram que havia apenas uma cama de casal.

O  padre e a freira entreolharam-se e, depois de alguns segundos de silêncio,
 o padre disse:

Irmã, pode dormir na cama que eu durmo aqui no chão.
E assim fizeram. No entanto, a meio da madrugada a irmã acordou o padre:

Padre! O senhor está acordado?

O padre, bêbado de sono:

Sim, irmã, precisa de alguma coisa?

Tenho frio...pode dar-me um cobertor?

Sim, irmã, com certeza! O padre levantou-se, foi buscar um cobertor ao
armário e cobriu a irmã com muita ternura.

Uma hora depois, a irmã acorda o padre novamente: Padre! Ainda está
acordado?

O padre: AH? Irmã ... O que foi agora?

É que ainda estou com frio. Pode dar-me outro cobertor?
Claro irmã, com certeza!
Mais uma vez, o padre levantou-se cheio de amor e boa vontade para atender
 o pedido da irmã.

Outra hora passou e, mais uma vez, a irmã chamou pelo padre:
Padre. O senhor ainda está acordado?
O padre: Sim, irmã! O que foi agora?!

É que eu não estou a conseguir dormir. Ainda estou com muito frio.

Finalmente, entendendo as intenções da irmã, o padre então disse:
Irmã, só estamos aqui nós dois, certo?
- Certo!
O que acontecer aqui, ou deixar de acontecer, só nós saberemos e mais
ninguém, certo?

Certo!

Então tenho uma sugestão ... Que tal se fingirmos ser marido e mulher ?
A freira então pula de alegria na cama e diz :

SIM! SIM !!!
Então o padre muda o tom de voz e grita :
ENTÃO, PORRA ! LEVANTA-TE E VAI BUSCAR A MERDA DO COBERTOR !



Se pensaste que iria ter um final erótico, reza 10 Ave-Marias e 20 Pai-Nossos pelos maus pensamentos ...*

Comentários

Mensagens populares deste blogue

A Estrada Não Perdoa

As estradas podem ser boas ou más. Há as novas, lisas, confiantes. Há as gastas, cheias de remendos e memória. Mas nenhuma estrada corrige a distração de quem conduz. O que decide nunca é apenas o piso, é o gesto. Um olhar que falha. Um segundo a mais. Um segundo basta. Conduz-se hoje como se o carro pensasse por nós. Entra-se, roda-se a chave, e parte-se. Poucos verificam pneus, óleo, travões. Confia-se que tudo funcione porque ontem funcionou. A máquina anda, logo está segura. Mas a segurança não é automática. É um hábito consciente que se renova todos os dias e que muitos deixaram cair. Na chuva e no nevoeiro, a estrada enche-se de sombras em movimento. Carros sem luzes. Outros apenas com mínimos, invisíveis atrás, como se não existissem. Avançam a velocidades incompatíveis com o que os olhos conseguem realmente captar. Pergunto-me se veem o caminho ou se conduzem por memória, como quem atravessa um quarto escuro de olhos fechados, convencido de que nada mudou desde ontem. Os ...