É um casal de 80 anos, que está começando a ter problemas de memória. Eles vão ao médico para ser examinados. O medico faz um check-up e diz aos velhinhos que não há nada de errado com eles, mas que seria bom ter um caderninho para anotar as coisas. À noite, quando estão os dois assistindo TV, o velhinho levanta e a mulher pergunta: - Onde você vai? - À cozinha - responde ele. - Você não quer me trazer uma bola de sorvete? - pede ela. - Lógico! - responde o marido solícito. - Você não acha que seria bom escrever isso no caderno? - pergunta ela. - Ah, vamos! Qualé? Ironiza o velhinho - Eu vou me lembrar disso! Então ela acrescenta: - Então coloca calda de morango por cima. Mas escreve para não ter perigo de esquecer. - Eu lembro disso, você quer uma bola de sorvete com calda de morango. - Ah! Aproveita e coloca um pouco de chantilly em cima! - pede a velha - Mas lembre-se do que o médico nos disse... escreva isso no caderno! Irritado, o velhinho exclama: - Eu já disse que vou me lembrar!! Em seguida vai para a cozinha. Depois de uns vinte minutos, ele volta com um prato com uma omelete. A mulher olha para o prato e diz: - Eu não disse que você iria esquecer ? Cadê a torrada? Uma cerimônia funerária estava sendo realizada por uma mulher que havia acabado de falecer. Ao final da cerimônia, os carregadores estavam levando o caixão para fora, quando, acidentalmente, bateram numa parede, deixando o caixão cair. Eles escutaram um fraco lamento. Abriram o caixão e descobriram que a mulher ainda estava viva! Ela viveu por mais dez anos e, então, morreu. Mais uma vez uma cerimônia foi realizada e, ao final dela, os carregadores estavam novamente levando o caixão. Quando eles se aproximaram da porta, o marido gritou: "Cuidado com a parede!!!!!"
Um casal de velhinhos vai ao escritório de um advogado para que seja preparado o divórcio. O advogado, vendo-os assim tão velhinhos, pergunta porque eles farão isso nessa idade tão avançada.
Determinada ao divórcio a velhinha diz: - Veja doutor, é que ele tem, com muitos esforços, uma única ereção no ano e... O velhinho super nervoso a interrompe dizendo: - E ela pretende que eu a desperdice logo com ela. |
As estradas podem ser boas ou más. Há as novas, lisas, confiantes. Há as gastas, cheias de remendos e memória. Mas nenhuma estrada corrige a distração de quem conduz. O que decide nunca é apenas o piso, é o gesto. Um olhar que falha. Um segundo a mais. Um segundo basta. Conduz-se hoje como se o carro pensasse por nós. Entra-se, roda-se a chave, e parte-se. Poucos verificam pneus, óleo, travões. Confia-se que tudo funcione porque ontem funcionou. A máquina anda, logo está segura. Mas a segurança não é automática. É um hábito consciente que se renova todos os dias e que muitos deixaram cair. Na chuva e no nevoeiro, a estrada enche-se de sombras em movimento. Carros sem luzes. Outros apenas com mínimos, invisíveis atrás, como se não existissem. Avançam a velocidades incompatíveis com o que os olhos conseguem realmente captar. Pergunto-me se veem o caminho ou se conduzem por memória, como quem atravessa um quarto escuro de olhos fechados, convencido de que nada mudou desde ontem. Os ...
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