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Coisas estranhas que acontecem neste mundo

Mulher dá á luz 8 gemeos, duas meninas e seis rapazes, tendo anteriormente, mais seis filhos de idades compreendidas entre 7 e os ultimos dois, são gemeos de dois anos..

Um homem, que dantes era mulher. Mudou fisicamente, menos os orgãos reprodutores femininos. Como a mulher deste não podia ter filhos. A gravidez foi fruto de uma por inseminação artificial com o esperma de um dador anónimo e inseminação de um óvulo de Thomas. Depois de nascer, de cesariana, a mulher amamentou-o. Está 'Grávido' pela segunda vez.

Uma mulher britânica encontra-se grávida de os gêmeos dicephalous que compartilham de um corpo mas tem duas cabeças, e planeia continuar com a gravidez…

Uma adolescente norte-americana de 14 anos, sobreviveu durante quase quatro meses sem coração, tendo sido mantida viva por uma máquina de bombeamento de sangue feita à medida até que pudesse ser submetida a um transplante de coração.

Família israelita nasce no mesmo dia. A mãe, Anat de 28 anos, e o pai, Dror de 34, são oriundos de uma localidade perto de Galileia. Agora com a chegada da pequena Liya vão passar a comemorar o aniversário a três, a 26 de Outubro.

Pesando mais de 286 kg, David Smith, de 31 anos, deixou de ser motivo de piada entre os amigos para tornar-se personal trainner. O que ele teve de fazer? Simplesmente perder 178 kg, eliminar seu queixo duplo e remover cerca de 13 kg de pele.

Um menino de 13 anos tornou-se um dos pais mais jovens da Grã-Bretanha, simbolizando a preocupação do país com o número de casos de gravidez na adolescência. Alfie Patten, que parece consideravelmente mais novo do que é, tinha apenas 12 anos quando concebeu o filho com a namorada, Chantelle Steadman, 15.

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As estradas podem ser boas ou más. Há as novas, lisas, confiantes. Há as gastas, cheias de remendos e memória. Mas nenhuma estrada corrige a distração de quem conduz. O que decide nunca é apenas o piso, é o gesto. Um olhar que falha. Um segundo a mais. Um segundo basta. Conduz-se hoje como se o carro pensasse por nós. Entra-se, roda-se a chave, e parte-se. Poucos verificam pneus, óleo, travões. Confia-se que tudo funcione porque ontem funcionou. A máquina anda, logo está segura. Mas a segurança não é automática. É um hábito consciente que se renova todos os dias e que muitos deixaram cair. Na chuva e no nevoeiro, a estrada enche-se de sombras em movimento. Carros sem luzes. Outros apenas com mínimos, invisíveis atrás, como se não existissem. Avançam a velocidades incompatíveis com o que os olhos conseguem realmente captar. Pergunto-me se veem o caminho ou se conduzem por memória, como quem atravessa um quarto escuro de olhos fechados, convencido de que nada mudou desde ontem. Os ...