Avançar para o conteúdo principal

ESPECTÁCULO - MUNDO DO FADO

O Museu do Oriente acolhe, pela primeira vez em Portugal, Sónia Shirsat, a melhor fadista da Índia e o seu espectáculo Mundo Fado.
O espectáculo com um repertório que inclui, para além de fado, música indiana e goesa, conta com a participação especial de António Chainho, na guitarra portuguesa e Manuel Leão, na sitar.
Sónia Shirsat faz-se ainda acompanhar por Eduardo Rodrigues, na guitarra Portuguesa e Tiago Oliveira, na viola de fado. O espectáculo, que celebra as várias influências musicais de Sónia, conta ainda com a participação do grupo EKVAT da Casa de Goa nos coros e dança.
Sónia Shirsat, uma voz do Oriente com alma portuguesa, é mais uma prova de que o fado não tem fronteiras. Nascida em Goa, começa a cantar em público aos 7 anos mas o fado, presente na sua família há mais de duas gerações, sempre exerceu nela uma enorme influência.

Em 2003, a convite da Fundação Oriente, apresenta-se pela primeira vez em público para cantar fado e, desde então, nunca mais parou. Mais tarde, teve a oportunidade de se apresentar ao lado de António Chainho, que cedo percebeu a sua enorme vocação.
O seu palco habitual é o Hotel Cidade de Goa, em Pangim.
PREÇO: € 5,00

10 Outubro
AUDITÓRIO
21:30
MUNDO FADO – SÓNIA SHIRSAT
SÓNIA SHISHAT (VOZ), EDUARDO RODRIGUES (GUITARRA PORTUGUESA), TIAGO OLIVEIRA
(VIOLA DE FADO). CONVIDADOS: ANTÓNIO CHAINHO (GUITARRA PORTUGUESA), MANUEL
LEÃO (SITAR), GRUPO EKVAT (VOZES E DANÇA)

Comentários

Mensagens populares deste blogue

Contos ao cair da noite, inspirados no ritual de ...Cura

Helena estava doente há quase um ano quando o médico lhe disse que existia uma cura. Não fez perguntas. Agarrou-lhe as mãos por cima da secretária e chorou em silêncio. O tratamento começou nessa mesma semana. As dores desapareceram primeiro. Depois vieram as noites tranquilas, o apetite, a cor no rosto. Ao fim de um mês, Helena já conseguia subir as escadas sem parar a meio. — Está a resultar — disse o médico. Ela sorriu. Nessa noite, dormiu profundamente pela primeira vez em muitos meses. Acordou pouco depois das três da manhã. Alguém estava sentado aos pés da cama. Ficou imóvel. A figura não se mexia. Helena acendeu o candeeiro. Não havia ninguém. Na manhã seguinte encontrou uma mancha escura sobre o lençol, exatamente onde julgara ver a silhueta. Convenceu-se de que tinha sonhado. Até começar a ouvir a voz. Primeiro no corredor. Depois na cozinha. Depois atrás da porta do quarto. Sempre durante a madrugada. Sempre a chamar por ela. — Helena... Quando perguntou ao...