Avançar para o conteúdo principal

"Uma vela nada tem a perder acendendo outra vela"

As pessoas que marcam a tua vida são aquelas que se preocupam contigo,
que cuidam de ti, aquelas que de algum modo estão contigo.
Reflecte um momento. A vida é muito curta!

Permite-me dar-te uma ajuda... Não estás entre os famosos, mas estás entre aqueles que eu recordo para mandar esta mensagem.

Há alguns anos atrás, nas Para-olimpíadas de Seattle, nove atletas, todos mentalmente ou fisicamente debilitados estavam prontos na linha de partida dos 100 metros.
Ao disparar da pistola,iniciaram a corrida, não todos correndo, mas todos com vontade de chegar e vencer.
Enquanto corriam, um dos concorrentes caiu no asfalto, deu umas cambalhotas e começou a chorar. Os outros ouviram-no chorar.
Abrandaram e olharam para trás. Pararam e voltaram atrás...Todos.
Uma menina com a síndroma de Down sentou-se perto dele e começou a beijá-lo e a dizer-lhe:
Agora estás melhor? Então abraçaram-se todos e os nove caminharam em direcção à meta. No estádio todos se levantaram e, aplaudiram durante vários minutos. As pessoas que estavam presentes continuam a contar esta história.
Porquê? Porque dentro de nós sabemos que:
- A coisa mais importante na vida vai além de vencer por nós mesmos. A coisa mais importante nesta vida é ajudar os outros a vencer, ainda que obrigue a abrandar e mudar a nossa corrida.

Comentários

Mensagens populares deste blogue

A Estrada Não Perdoa

As estradas podem ser boas ou más. Há as novas, lisas, confiantes. Há as gastas, cheias de remendos e memória. Mas nenhuma estrada corrige a distração de quem conduz. O que decide nunca é apenas o piso, é o gesto. Um olhar que falha. Um segundo a mais. Um segundo basta. Conduz-se hoje como se o carro pensasse por nós. Entra-se, roda-se a chave, e parte-se. Poucos verificam pneus, óleo, travões. Confia-se que tudo funcione porque ontem funcionou. A máquina anda, logo está segura. Mas a segurança não é automática. É um hábito consciente que se renova todos os dias e que muitos deixaram cair. Na chuva e no nevoeiro, a estrada enche-se de sombras em movimento. Carros sem luzes. Outros apenas com mínimos, invisíveis atrás, como se não existissem. Avançam a velocidades incompatíveis com o que os olhos conseguem realmente captar. Pergunto-me se veem o caminho ou se conduzem por memória, como quem atravessa um quarto escuro de olhos fechados, convencido de que nada mudou desde ontem. Os ...