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Mensagens

Encontro de Taizé em Budapeste (2001/2002)

A hospitalidade, um rosto de Deus Abrir as suas portas a desconhecidos nunca é uma coisa fácil. Graças a meses de trabalho, centenas e centenas de reuniões de preparação, foi possível preparar um acolhimento não só em Budapeste, mas também em numerosas localidades dos arredores. No dia 28 de Dezembro de manhã, milhares de famílias húngaras estavam impacientes por conhecerem os jovens que iam acolher durante cinco dias. «Irão conseguir chegar? Ficarão retidos pelas tempestades de neve que caem sobre a Europa central? As formalidades nas fronteiras atrasarão muito a sua chegada? Como ultrapassar a barreira das línguas?» A estes medos acrescentava-se um contexto internacional nada tranquilizador. Graças a meses de trabalho, centenas e centenas de reuniões de preparação, foi possível preparar um acolhimento em cento e oitenta paróquias, de todas as confissões. Algumas eram a uma hora de Budapeste, junto da fronteira eslovaca. Foram disponibilizadas muitas escolas. E, graças a pedi...

arabé

Um velho árabe, muçulmano iraquiano, a viver há mais de 40 anos nos EUA, quer plantar batatas no seu jardim, mas cavar a terra já é um trabalho demasiado  pesado para ele. O seu único filho, Ahmed, está a estudar em França, e o velhote envia-lhe a seguinte mensagem: "Querido Ahmed, sinto-me mal porque este ano não vou poder plantar batatas no jardim. Já estou demasiado velho para cavar a terra. Se tu estivesses aqui, todos estes problemas desapareceriam. Sei que tu remexerias e prepararias toda a terra. Beijos do papá." Poucos dias depois, recebe a seguinte mensagem: "Querido pai, por favor, não toques na terra desse jardim. Escondi aí umas coisas. Beijos, Ahmed." Na madrugada seguinte, aparecem no local a Polícia, agentes do FBI e da CIA, os S.W.A.T., os Rangers, os Marines, os Steven Seagal's, os Silvester Stallone's e alguns mais da elite norte-americana, bem como representantes do Pentágono, da Secretaria de Estado, etc. Removem toda a terra...

Ser Amália

Foi (e ainda é) a diva do fado. Fez da música a sua estranha forma de vida e mesmo quem diz não gostar do género musical, admite que se arrepia só de ouvi-la. Começou a cantar na rua e acabou por se estrear no Olympia, em Paris. Anos antes, notabilizou-se por ter sido a primeira artista portuguesa a cantar na televisão norte-americana no programa "Eddie Fisher Show". Apolítica, conviveu de braços dados tanto com o regime salazarista, como com os seus opositores, prestando, sempre que possível, ajuda a exilados políticos. Cantou poemas de ilustres autores (Luís de Camões, Pedro Homem de Mello, David Mourão Ferreira, José Régio, Manuel Alegre) e recriou o fado que, até ao início do século, era um género marginalizado de harmonia pobre. O seu nome é conhecido nos cinco continentes e vai ser a primeira mulher a permanecer no Panteão Nacional. Silêncio! Que se vai contar o fado... de Amália Rodrigues.. http://dossiers.publico.pt/dossier.asp?idCanal=560