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sábado, 30 de outubro de 2010

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

A homenagem a Cor. Eugénio de Oliveira

A homenagem na Casa de Goa, no dia 29 de Outubro às 18h, com o grupo Ekvat e outras participações.

"PRESERVAR A CULTURA INDO-PORTUGUESA

Desde sempre muitos foram os goeses na diáspora. Espalharam-se por todo o mundo mas não esqueceram a sua terra e a sua cultura, razão pela qual em quase todos os países onde existe uma comunidade goesa, existe uma Casa de Goa.

A Casa de Goa em Portugal tem quase quinze anos de existência. A sua criação foi um sonho tornado realidade; foi um acto de amor dos goeses, damanenses e diuenses pela sua terra natal. O seu objectivo é a preservação e divulgação da identidade cultural de Goa, Damão e Diu, nas suas múltiplas vertentes sócio-culturais (investigação histórica, ensino do concani, presença da arte, da dança e cantares, da culinária) mas também o apoio social aos goeses, damanenses e diuenses dele carecidos.

A importância de uma associação como a Casa de Goa é tanto maior quanto foi grande o desinteresse dos vários governos portugueses em manter os contactos e tentar preservar a cultura indo-portuguesa.
.............
Cor. Eugénio de Oliveira
Mandato: 1989 a 1992"

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Voo de Lisboa para o Porto. Marcelo e o garoto

Toma nota...!!! Antes de se iniciar um qualquer diálogo, é bom estarmos perfeitamente conscientes que, seremos capazes de argumentar seja qual for o têma!!! Okay!!!

O famoso comentador da TV, Marcelo Rebelo de Sousa, seguia a bordo de um avião, de Lisboa para o Porto.
O lugar a seu lado estava ocupado por um garoto de uns 10 anos, natural de Amarante, de óculos, com ar sério e compenetrado.
Assim que o avião descolou, o garoto abriu um livro, mas Marcelo Rebelo de Sousa puxou conversa.
- Ouvi dizer que o voo parece mais curto se conversarmos com o passageiro do lado. Gostarias de conversar comigo?

O garoto fechou calmamente o livro e respondeu:
- Talvez seja interessante. Qual o tema que gostaria de discutir?
- Ah, que tal política? Achas que devemos reeleger Sócrates ou dar uma oportunidade ao Passos Coelho?
O garoto suspirou e replicou:
- Poderá ser um bom tema, mas, antes, gostaria de lhe colocar uma questão.

- Então manda! - Encorajou o professor Marcelo.
- Os cavalos, as vacas e os cabritos comem a mesma coisa, certo? Pasto, ervas, rações. Concorda?
- Sim. - Disse o professor.
- No entanto, os excrementos dos cabritos são umas bolinhas, as vacas largam placas de bosta e, os cavalos, umas bolas bem grandes... Qual é a razão para isto?
Marcelo Rebelo de Sousa pensou por alguns instantes, mas acabou por confessar que não sabia a resposta...
E o garoto concluiu:
- Então como é que o senhor se sente qualificado para discutir quem deve governar Portugal se não entende de "merda" nenhuma???

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Aventuras...

Um dia minha mãe saiu e deixou meu pai a tomar conta de mim.
Eu tinha uns dois anos e meio. Alguém me tinha dado um jogo de chá de presente e era um dos meus brinquedos favoritos.
O meu pai estava na sala a ver as notícias na TV, quando eu trouxe para ele uma chávena de chá, que na realidade era apenas água. Após várias chávenas de chá, e eu continuava a receber elogios entusiasmados do meu pai a cada chávena servida, a minha mãe chegou.
Meu pai disse-lhe para se sentar na sala para me ver a trazer a chávena de chá, porque era a coisa mais fofa do mundo! A minha mãe esperou, e então, lá vinha eu pelo corredor com uma chávena de chá para o meu pai. A minha mãe viu-o beber o chá todo.
Então a minha mãe disse ao meu pai (apenas uma mãe saberia);
- Passou-te pela cabeça que o único lugar onde ela alcança água é na sanita?
Os pais não pensam igual às mães.....

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Piada...

O Maridão está lendo o jornal, quando a mulher, furiosa, vem da cozinha e senta-lhe a frigideira na cabeça. Espantado, ele levanta e pergunta:
- O que é isso, mulher, ficou maluca ?
- Isso, é pelo papelzinho que eu encontrei na sua calça com o nome Marylou e um número de telefone!
- Querida... lembra do dia em que fui na corrida de cavalos ? Pois Marylou foi o nome do cavalo em que eu apostei, e o número é o de quanto estavam pagando pela aposta!
Meio embaraçada, a mulher pediu desculpas e acalmou-se.
Dias depois, lá estava ele novamente sentado, quando leva uma nova PANCADA, e dessa vez com a panela de pressão. Ainda mais espantado (e zonzo), ele pergunta:
- O que foi dessa vez meu amor?
- Seu cavalo telefonou.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Mostarda

Planta herbácea, com folhas pecioladas, flores amarelas e frutos longos parecidos com uma vagem. As folhas e sementes desidratadas são apreciadas como condimento, principalmente por seu sabor picante. As mais conhecidas são a mostarda branca, a negra e a castanha. Conhecidas desde tempos pré-históricos, as mostardas sempre tiveram várias utilizações: no século I D.C, o escritor Plínio fez uma lista de quarenta remédios que tinham mostarda como ingrediente principal.

O nome destas ‘ervas’ deriva de mustus (vinho novo que os Romanos misturavam com a semente) e de ardens (ardente). Os mesmos romanos serviam mostarda com todos os pratos que é possível imaginar. Existe em pó e sob formas preparadas. São populares as de preparação inglesa, francesa, alemã e americana.

As sementes podem ser brancas, pretas ou castanhas - estas últimas contêm os óleos mais picantes e são geralmente usadas nos pratos indianos, mas podem dar gosto também a estufados de criação, caça ou carne de porco.

A mostarda inteira em boiões (à antiga) é útil para misturar em molhos cremosos e condimentar bifes. É rica em proteínas, vitaminas A, B2 e C e contém boa quantidade de cálcio e ferro. Pobre em calorias, apenas 31 em 100 gramas.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

SABINA FREIRE - teatro

“SABINA FREIRE” é o título da comédia, da autoria de Manuel Teixeira Gomes, que sobe ao palco do Auditório Municipal Eunice Muñoz, em Oeiras, de 7 de Outubro a 12 de Dezembro, de quinta-feira a sábado, às 21H30 e aos domingos, às 16H00.

Apresentada pelo DRAMAX - Centro de Artes Dramáticas de Oeiras numa co-produção com a Câmara Municipal de Oeiras, esta peça de teatro conta com o Alto Patrocínio de Sua Excelência O Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, contando com a chancela oficial da Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República. De salientar que 2010 é também o ano comemorativo dos 150 anos do nascimento de Manuel Teixeira Gomes.

O elenco, sob direcção de Celso Cleto, é constituído por Sofia Alves, Manuela Maria, Alberto Villar, Fernando Ferrão, Heitor Lourenço, Igor Sampaio, Pedro Loureiro, Ricardo Castro, Rita Cleto e Vítor de Sousa.

Sinopse
Escrita em 1906, Sabina Freire, é uma obra maior da Dramaturgia Portuguesa e a única obra Teatral que o autor Manuel Teixeira Gomes concebeu.

Sabina Freire, mulher esplêndida e sensual que vivia em Paris, conhece Júlio Freire, um poeta lunático.

Após o casamento de ambos e em situação de falência, resolvem vir para Portugal tendo como única alternativa viver em casa da mãe de Júlio, Maria Freire, no Algarve.

D. Maria Freire é uma fidalga de província, conservadora e austera. Vive rodeada de bajuladores e para além da luta entre estas duas mulheres que se odeiam mutuamente, todos acabam por entrar em conflito com Sabina Freire.

Esta comédia é um pretexto para Manuel Teixeira Gomes criticar a mesquinha sociedade Portuguesa da época. Ele próprio acabaria, na sua vida privada, por ser uma vítima dessa mesma sociedade.

FICHA TÉCNICA
ELENCO: Sofia Alves; Manuela Maria; Alberto Villar; Fernando Ferrão; Heitor Lourenço; Igor Sampaio; Pedro Loureiro; Ricardo Castro; Rita Cleto; Vitor de Sousa
AUTOR: Manuel Teixeira Gomes

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

O Cú do morto...!

Na faculdade de medicina o professor de Anatomia diz aos alunos:
- Quem quiser ser médico tem que aprender duas coisas importantes:

1º - Ter muita atenção.
2º - Não ter nem um pouco de nojo.

Por isso, vamos fazer um teste.

Destaparam um cadáver e o professor enfiou o dedo no cú do morto, lambeu o dedo e mandou todos fazerem o mesmo. Todos se entreolharam com cara de nojo, mas lá fizeram o mesmo.
Depois que todos lamberam o dedo, o professor disse:
- Óptimo! Nojo vocês não têm. Agora só vos falta a atenção. Pelos vistos ninguém reparou que eu enfiei um dedo... e lambi o outro.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Primeiro mês da minha sobrinha!

Pequena e bonita...
Sorrateiramente conquistou o nosso coração..
É o mimo da familia...dos dois lados, ihihih!

Maternidade

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Chás para ansiedade

Hortelã-pimenta
Expectorante, tónica, digestiva, anti-espasmódica, estimulante, antisséptica. A hortelã expulsa gases, combate náuseas e vómitos nervosos. É ainda indicada para cálculos biliares, na lactação e em menstruações dolorosas. Ameniza calafrios, constipações, febre, vertigens, palpitações, reumatismo, cólera e cardiopatias.
Tomar à vontade infusões feitas com 1 colher (sopa) numa chávena de água.

Papoila
A planta possui um efeito sedativo, ajuda a eliminar a ansiedade e o nervosismo, sendo comummente utilizada por aqueles que se queixam de dificuldades em adormcer e pelos que sofrem de dores de cabeça.
Beber antes das refeições uma infusão à base de pétalas secas de papoila. Colocar cerca de 25g de papoila num litro de água a ferver e apaga o lume, deixando repousar durante 30 minutos.

Passiflora
A passiflora ou flor da paixão através das suas propriedades (alcalóides e flavonóides) tem acção nos problemas de ansiedade, angústia e nervosismo. A passiflora ajuda a restaura o sono e a ultrapassar as insónias. Não causa habituação.

Papoila rubra
A papoila rubra, nas suas pétalas, é rica em alcalóides tendo acção nos problemas de sono do adulto e criança. Tem efeito sedativo, melhora estados de nervosismo, ansiedade, emotividade, efeito antitússico e é eficaz nas irritações de garganta. A papoila rubra ajuda em situações de ansiedade, insónia, tosse irritativa ou persistente, hiperactividade infantil e em situações emocionais. Não causa habituação.

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Olhar em frente...

Olhar em frente para caminhar em frente. Só assim tem sentido a vida, de cada mulher, de cada homem. Quando olharmos para trás, que seja com o objectivo de continuarmos em frente, com a gratidão no coração por tudo o que já vivemos. Disto também depende a felicidade. - grão de mostarda

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Fábulas da floresta verde

domingo, 17 de outubro de 2010

Hortelã

Planta herbácea, de até 80 centímetros de altura. A mitologia grega e a Bíblia já faziam referência à hortelã e os romanos usavam-na como símbolo de hospitalidade e para o mau hálito,

As folhas são ovaladas e serrilhadas nas bordas e as flores são de cor violeta. As folhas, flores e o óleo essencial são aproveitados na cozinha. Na culinária (em especial na árabe), a hortelã é muito usada no preparo de molhos, para aromatizar pratos salgados, além de dar um sabor especial a bebidas e sobremesas. Suas folhas frescas dão aroma especial a saladas, caldas e pratos feito à base de carne e de peixe. Seu chá também é bastante apreciado.

Não é indicado para gestantes, lactantes e crianças. Na forma de chá, a hortelã auxilia na digestão, na eliminação de gases e de secreções do pulmão. É, também, indicada no combate dos parasitas, para cólicas intestinais e no tratamento da diarréia. Ajuda ainda no funcionamento da vesícula biliar, no tratamento da insônia, das dores de cabeça e da congestão das vias aéreas superiores.

sábado, 16 de outubro de 2010

Retrospectiva


A Casa de Goa, têm a honra de convidar V. Ex.ª, para a Exposição de pintura, pirogravura e fotografia, intitulada “Retrospectiva”, da autoria do nosso consócio Francisco Xavier Valeriano de Sá, a realizar-se no dia 16 de Outubro de 2010 (sábado), pelas 18 horas, no Auditório da Casa de Goa em Lisboa (Baluarte do Livramento, Calçada do Livramento, 17 – perto do Palácio das Necessidades), seguida de um apontamento musical pelo Grupo Juvenil GAMAT da Casa de Goa, e no final servir-se-á um porto de honra.
A exposição continuará patente aos sócios e ao público em geral, até ao dia 23 de Outubro, com horário de 16 às 19 horas.

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Sossega, coração...

Escrever coisas, poemas, contos, frases
Faz-me olhar para o passado
Talvez um passado mais recente ou mais longínquo
E lembrar as recordações mais marcadas e dolorosas
E também recordar momentos alegres
E pensar que esses momentos foram únicos.
Tantas coisas aconteceram como de tão pouco
Como pedimos tanto para fazer quase nada.

Ponho a pensar no que quero desta vida
Olho em minha volta, ao meu redor
Nada encontro de concreto.
Queria o que muita gente procura
Aquele amor avassalador, profundo,
Capaz de enfrentar qualquer coisa
E rumar para a felicidade
De uma vida em comum.

Mas a sorte do azar,
O amor não está do meu lado
Olhar que não vê, coração que não sente
Eu vejo os olhares, eu sinto aperto no coração,
Eu amo com ansiedade
De um amor não correspondido
De uma paixão loucamente incandescente
E uma dor interminável que arde sem se ver.

Olho para um futuro incerto
De possíveis acontecimentos
Da dura, crua e real sobrevivência
De outros amores e desamores,
Sob outros olhares e seduções,
Quero lutar por um lugar melhor
Com uma mente aberta e sã
num voo livre de um pássaro.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Foto interessante

Homem disfarçado de deusa num festival indiano para honrar a bravura

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Numéro três

Santiago do Chile, 13 out (Lusa) - Dois dos 33 mineiros retidos na mina de São José, no Chile, há 69 dias, já estão na superfície, esperando agora pela continuação da operação de salvamento dos restantes companheiros que se encontram a 700 metros de profundidade.

Florencio Avalos, de 31 anos, foi o primeiro mineiro a ser resgatado, às 04:10 (de Lisboa), numa viagem de 622 metros dentro da cápsula "Fénix 2" que durou 15 minutos.

Assim que chegou à superfície, depois de rever a família e ser cumprimentado pelo presidente do Chile, Florencio Avalos foi imediatamente encaminhado para o hospital montado no local para ser submetido a vários exames médicos.

"O nosso primeiro mineiro está connosco", disse o presidente Sebastian Pinera.

Mário Sepulveda foi o segundo mineiro a subir à superfície, chegando cerca de uma hora depois.

O segundo mineiro, de 39 anos, chegou à superfície às 05:09 (de Lisboa) de muito bom humor.

Os testes de última hora atrasaram o plano de resgate, tendo o primeiro socorrista descido para junto dos mineiros cerca das 03:40 (de Lisboa).

Manuel González Pavez desceu até aos 700 metros de profundidade para explicar ao grupo de mineiros o plano de resgate.

O resgate de cada mineiro está a demorar cerca de uma hora, entre a descida da cápsula, a preparação do mineiro e o regresso à superfície.

Os 33 homens, 32 chilenos e um boliviano, estão retidos há mais de dois meses a cerca de 700 metros de profundidade na mina de ouro e cobre San José, localizada na região de Atacama (Norte).

terça-feira, 12 de outubro de 2010

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Sempre não

Um cavaleiro, casado com uma dama nobre e formosa, teve de ir fazer uma longa jornada: receando acontecesse algum caso desagradável enquanto estivesse ausente, fez com que a mulher lhe prometesse que enquanto ele estivesse fora de casa diria a tudo: – Não. Assim pensava o cavaleiro que resguardaria o seu castelo do atrevimento dos pajens ou de qualquer aventureiro que por ali passasse. O cavaleiro já havia muito que se demorava na corte, e a mulher aborrecida na solidão do castelo não tinha outra distracção senão passar as tardes a olhar para longe, da torre do miradouro. Um dia passou um cavaleiro, todo galante, e cumprimentou a dama: ela fez-lhe a sua mesura. O cavaleiro viu-a tão formosa, que sentiu logo ali uma grande paixão, e disse:
– Senhora de toda a formosura! Consentis que descanse esta noite no vosso solar?
Ela respondeu:
– Não!
O cavaleiro ficou um pouco admirado da secura daquele não, e continuou:
– Pois quereis que seja comido dos lobos ao atravessar a serra?
Ela respondeu:
– Não.
Mais pasmado ficou o cavaleiro com aquela mudança, e insistiu:
– E quereis que vá cair nas mãos dos salteadores ao passar pela floresta?
Ela respondeu:
– Não.
Começou o cavaleiro a compreender que aquele Não seria talvez sermão encomendado, e virou as suas perguntas:
– Então fechais-me o vosso castelo?
Ela respondeu:
– Não.
– Recusais que pernoite aqui?
– Não.
Diante destas respostas o cavaleiro entrou no castelo e foi conversar com a dama e a tudo o que lhe dizia ela foi sempre respondendo
– Não.
Quando no fim do serão se despediam para se recolherem a suas câmaras, disse o cavaleiro:
– Consentis que eu fique longe de vós?
Ela respondeu:
– Não.
– E que me retire do vosso quarto?
– Não.
O cavaleiro partiu, e chegou à corte, onde estavam muitos fidalgos conversando ao braseiro, e contando as suas aventuras. Coube a vez ao que tinha chegado, e contou a história do Não; mas quando ia já a contar a modo como se metera na cama da castelã, o marido já sem ter mão em si, perguntou agoniado:
– Mas onde foi isso cavaleiro?
O outro percebeu a aflição do marido e continuou sereno:
– Ora quando ia eu a entrar para o quarto da dama, tropeço no tapete, sinto um grande solavanco, e acordo! Fiquei desesperado em interromper-se um sonho tão lindo.
O marido respirou aliviado, mas de todas as histórias foi aquela a mais estimada.

Enviada: D.R.

domingo, 10 de outubro de 2010

Nova data

10.10.2010 ás 10h 10m 10s

sábado, 9 de outubro de 2010

Açafrão

A cúrcuma (Curcuma Longa) é originária da Índia e é conhecida também como açafrão-da-índia, açafroa, açafrão-da-terra, açafrão-de-raiz e falso-açafrão. Trata-se de uma planta não muita alta, da família do gengibre, com folhas largas e flores amarelas. É na sua raiz, de cor laranja-brilhante, que se encontra a concentração de seu aroma e cor. Depois de seca, a raiz é moída. É geralmente vendida sob a forma de um pó cor de laranja-amarelado. A cúrcuma é amplamente utilizado no Oriente Médio Oriente como condimento culinário e como corante.

Na Índia, é usada para colorir muitos pratos doces. Seu uso data de 4000 anos na Índia, como um dos principais temperos possuindo importância religiosa, sendo atualmente utilizado em quase todos os pratos de sua culinária, vegetais ou à base de carne. Muito empregada na culinária asiática, a cúrcuma é usada para colorir mostardas, manteigas, queijos, bebidas e conservas. Pode ser incluída no preparo de molhos, ensopados, peixes, crustáceos, aves, arroz, massas, risotos e pães.

Tem propriedades anti-oxidantes, anti-inflamatórias e anti-sépticas, sendo um dos dos mais fortes anti-sépticos conhecidos pelo homem. É usada para combater acne, erupções cutâneas e manchas de pele e é bastante eficaz para o brilho e rejuvenescimento da peleo. É também eficaz no tratamento da hepatite, problemas na vesícula biliar, perda de apetite, artrite, asma, doença de Alzheimer, psoríase e diferentes tipos de cânceres, tais como cancros do cólon e de mama

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Calouste Gulbenkian

23.03.1869 - Nasce Calouste Sarkis Gulbenkian em Scutari, Istambul, filho de Sarkis e Dirouhie Gulbenkian;
1887 - Conclui o curso de Engenharia e Ciências Aplicadas no King's College, em Londres;
1892 - Calouste Gulbekian casa com Nevarte Essayan, em Londres;
1896 - Nasce Nubar Sarkis, o primeiro filho do casal Gulbenkian, em Kadikoy, Istambul (não deixa descendentes);
1898 - Gulbenkian é nomeado conselheiro económico das embaixadas Otomanas de Paris e Londres;
1900 - Nasce Rita Sivarte, filha do casal, em Londres. (Casa com Kevork Essayan do qual tem um filho, Mikhael Essayan);
1902 - Calouste Gulbenkian adquire a nacionalidade britânica;
1912 - Criada a Turkish Petroleum Company, em que Calouste Gulbenkian detém 15% do capital;
1928 - Assinatura do “Red Line Agreement” que permite a compatibilização dos interesses locais e internacionais sobre a exploração petrolífera no ex-Império Otomano. Calouste Gulbenkian mantém 5% do capital da nova Iraq Petroleum Co. Ltd
1942 - Instala-se em Lisboa, no Hotel Aviz (nos terrenos em que se ergue hoje o Hotel Sheraton);
18.06.1953 - Assina o seu testamento em que cria a Fundação;
20.07.1955 - Morre em Lisboa aos 86 anos;
18.07.1956 - É assinado o Decreto-Lei que aprova os estatutos da Fundação Calouste Gulbenkian
02.10.1969 - É inaugurado o Museu Calouste Gulbenkian.

Quinta, 7 Out 2010, 21:00
ORQUESTRA GULBENKIAN, CRISTIAN BADEA (maestro), DANA CIOCARLIE (piano)
Aaron Copland
Fanfare for the Common Man
Leonard Bernstein
Sinfonia nº 2, The Age of Anxiety
Antonin Dvorák
Sinfonia nº 7, op. 70

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Depressão Outonal

Muda-se as estação muda-se o tempo.
A estação outonal é a estação que menos gosto
Mas adoro a mudança na natureza
A paisagem dourada de fundo azul acinzentado
As folhas douradas pelo chão,
Aquelas pinceladas num céu sem fim
A mudança acontece em qualquer lado
Num corpo, no tempo, no ritmo, na natureza
Sente-se na pele, a busca de algo mais quente,
A mudança do tempo, o frio de rachar e a chuva fria
Dá vontade de hibernar como os ursos
Ou imigrar como os pássaros
Sente-se a tristeza no rosto, a nostalgia no ar
A moleza do corpo e a falta de energia
Nada me faz animar apenas momentos a muito custo.
As mãos e os pés pedem-me calor,
A pele estala em todas as direcções,
O corpo muda, ressente e o coração perde o amor.
Os sentimentos mudaram,
Aquilo que senti no verão caloroso
Não sinto hoje nem agora
Sinto-me a navegar num espaço vazio
Também o nosso interior muda
Que o desespero se transforme em paciência
Que o tempo diga-nos os dias, as horas e os minutos
E que me obriga a olhar as coisas num só horizonte.
Que a tristeza se transforme em sorrisos
Que me traga de volta a alegria de viver
E voltar a sorrir com prazer.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

A I República que produziu Salazar, Sol, José António Saraiva

Sol, 5 de Outubro, 2010
Por José António Saraiva


Os republicanos não faziam a menor ideia do que era governar, criando todas as condições para o aparecimento de um Messias
As comemorações do primeiro centenário da República, em que esta é apresentada como a salvação de um país envolto no mais negro obscurantismo, criarão nos espíritos menos avisados a ideia de que I República foi um mar de rosas.
Ora não pode haver ideia mais enganadora.
O regime republicano, em lugar de salvar Portugal, mergulhou-o numa crise profundíssima, criando todas as condições para o aparecimento de um Messias.
Os republicanos e os seus sucessores detestam Salazar. Ora Salazar não surgiu do nada. A subida de Salazar ao poder e o seu longuíssimo consulado explicam-se pelo estado desgraçado e caótico em que a I República deixou o país.
Do ponto de vista económico, do ponto de vista financeiro, do ponto de vista da ordem pública, do ponto de vista do prestígio do Estado, em suma, de quase todos os pontos de vista, a República foi uma autêntica calamidade.
Comecemos por um tema pouco abordado, até por ser incómodo: a violência.
A partir de meados do século XIX, a violência parecia definitivamente afastada da vida política portuguesa. Depois das desgraças da guerra civil e dos tumultos militares da primeira metade do século, Portugal parecia ter entrado na rota da acalmia e do progresso. Mas a República, de mãos dadas com a Maçonaria e a Carbonária, trouxe a violência de volta. A coisa começou em 1908, com o assassínio do Rei e do príncipe herdeiro. O 5 de Outubro nem foi violento - e a Monarquia caiu quase sem sangue. Mas a partir de 1915 é que foram elas. Nesse ano deu-se a revolta que depôs Pimenta de Castro e fez mais de 100 mortos, depois foi o atentado contra o chefe do Governo João Chagas, os assaltos aos estabelecimentos em Maio de 1917 que provocaram mais de 50 vítimas, a Leva da Morte, o assassínio de Sidónio Pais, a Noite Sangrenta com as suas rondas da morte e o massacre de alguns fundadores da República desiludidos com o regime como António Granjo, Machado Santos e Carlos da Maia - isto sem contar com um sem-número de revoltas que provocaram mortos e feridos e em certos períodos atingiram um ritmo semanal.
E, como ponto alto deste período marcado pela violência civil e militar, temos a famosa carnificina da Flandres, que custou ao país 15 mil mortos de jovens na flor da idade, mandados para a frente de combate pelo fervor ideológico de Afonso Costa e seus companheiros.
Perante este quadro negro, o movimento militar de 28 de Maio e a ocupação do poder pela tropa, e sobretudo a subida de Oliveira Salazar à chefia do Governo, seis anos depois, foram recebidos com um suspiro geral de alívio. Finalmente o país tinha paz!
A República fundou-se em duas ideias, ambas erradas: que as causas do atraso de Portugal estavam, em primeiro lugar, na existência de uma Monarquia, e em segundo lugar na influência da Igreja Católica.
Ora, que a existência de uma Monarquia não impedia o progresso, provava-o o facto de países avançados como a Inglaterra, a Bélgica ou a Holanda não precisarem de depor a Coroa para se desenvolverem.
Mas os republicanos só tinham olhos para França e acreditavam piamente que Portugal era atrasado porque tinha um Rei - o qual protegia os padres, que tinham uma influência nefasta sobre o povo.
Assim, a primeira coisa que os republicanos fizeram, depois de deporem a Monarquia, foi perseguir a Igreja, confiscar-lhe os bens, acabar com o ensino religioso e, de uma forma geral, afastar a Igreja Católica da área do poder e influência.
Só que, depois de terem feito tudo isso, os republicanos concluíram com angústia que o país não se desenvolvia, pelo contrário, definhava. Ou seja, verificaram que o país não era atrasado por causa do Rei e dos padres mas por outras razões.
A República fez com que Portugal se tornasse mais pobre porque o clima de instabilidade política e de violência assustou os industriais e os banqueiros, travando os investimentos e dizimando os poucos embriões de um Portugal moderno que existiam no princípio do século XX.
Na segunda metade do século anterior o país tinha conhecido efectivamente um certo desenvolvimento, tendo surgido um grupo de industriais e banqueiros com espírito capitalista - Alfredo da Silva, Burnay, Sotto Mayor, etc. - que prenunciava a entrada de Portugal nos tempos modernos. Ora estes embriões de um país desenvolvido foram dizimados no tempo da I República, levando o país a andar para trás.
Perante um quadro tão negro, Salazar, quando subiu ao poder, tinha tudo para vencer. Bastava-lhe fazer exactamente o contrário do que fizera a República, ou seja: restabelecer a ordem pública e a autoridade do Governo, equilibrar o Orçamento, normalizar as relações com a Igreja. Salazar só não restaurou a Monarquia porque, embora sendo monárquico, viu que isso não era decisivo e ia criar uma polémica desnecessária.
Além disso, Salazar percebeu que, à falta de uma classe empresarial, tinha de concentrar no Estado o desenvolvimento do país. Finalmente, substituiu o internacionalismo republicano, assente em ideias importadas de fora, por um nacionalismo intransigente.
Com estas ideias e uma grande eficácia na acção, Oliveira Salazar teve logo de início um apoio popular enorme. O que se percebe. No próprio ano em que assumiu a pasta das Finanças (1928) equilibrou as contas públicas e recusou um empréstimo da Sociedade das Nações, considerando as condições humilhantes para Portugal. Por isso foi designado o mago das Finanças.
E rapidamente restabeleceu a ordem pública, tornando Portugal de facto um país de brandos costumes. É certo que o fez à custa de uma Polícia política execrável, da proibição dos partidos, da censura à imprensa e do mais que sabemos. Mas, para termos uma ideia comparativa, durante o período que durou o Estado Novo foram mortos ou morreram na prisão 50 militantes do PCP (o partido mais fustigado pela PIDE). Isto, note-se, em 48 anos. Ora este número de mortos era frequentemente alcançado numa só noite, nas constantes revoltas que marcaram o tempo da I República.
O prestígio de Salazar ainda aumentaria quando, no princípio dos anos 40, evitou a entrada de Portugal na II Grande Guerra. Aí, tornou-se um Santo . E, mais uma vez, fez o contrário do que tinham feito os republicanos: onde estes tinham mandado os soldados para a Flandres, mal equipados e pior armados, para servirem de carne para canhão, ele seguiu o caminho oposto - e não só optou pela neutralidade como convenceu o vizinho Franco a fazer o mesmo. E em plena guerra na Europa ainda arranjou forças para organizar em Lisboa a grande Exposição do Mundo Português (1940).
Da fugaz I República ficaram pois, quase exclusivamente, as boas intenções. A intenção de educar o povo, de proteger o povo, de contar com o povo. Mas esse mesmo povo abandonou a República no primeiro momento, talvez pensando que de boas intenções está o Inferno cheio.
Isto também explica que a República tenha durado uns escassos 16 anos, enquanto o período seguinte (1926-74, dominado por Salazar entre 1928 e 1968) durou uns longos 48 anos, ou seja, três vezes mais.
Tudo somado, pode dizer-se que a I República não deixou saudades. E se hoje se comemora com tanto fervor é mais por razões ideológicas - e porque no poder está o partido que herdou a tradição republicana, o Partido Socialista - do que pelas virtudes que mostrou.

100 anos da Republica

Centenário da Republica - 1910/2010

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Afinal existe lenda de Linda-a-Velha

A lenda da povoação onde sempre vivi: A LENDA DE LINDA-A-VELHA

Numa casa acastelada, situada nos arredores de Lisboa onde nascia uma pequena povoação ainda sem nome, vivia uma recatada e esbelta jovem que cavaleiros e jograis cortejavam. A todos, com discreta delicadeza, rejeitava. Até que - há sempre um dia - apareceu um moço fidalgo, amável e bem parecido. Olharam-se, e logo, se amaram. Falaram os olhos e entenderam-se - a expressiva linguagem dos olhos! Só, depois de, à noite, o jovem lhe ter cantado madrigais, chegaram à fala. Confessaram, mutuamente, o súbito amor que brotara em ambos.
Aconteceu que o enlevo foi fugaz. É que, entretanto, a rogo do papa, o rei tinha anuído a participar numa cruzada à Terra Santa, para libertar a Palestina das garras dos infiéis. Os fidalgos foram convocados e o jovem amador lá partiu, com o coração destroçado, mas animado pelas juras de inquebrantável amor. Da varanda da torre de sua casa, a jovem, entre lágrimas de saudade, viu a armada descer o Tejo e, de seguida, foi à capela rezar pelo êxito do seu bem-amado. Mas a nau em que este seguia foi surpreendida por uma tempestade à entrada do estreito de Gibraltar (então chamado Colunas de Hércules). Naufragou e a tripulação pereceu. Ninguém teve coragem, quando chegou a notícia, de lhe contar o nefasto acontecimento. Mas ela, com o passar do tempo, adivinhou-o. O amor, porém, não morreu e alimentou a sua alma, com tanto vigor que até conservava a sua juventude facial, inexplicavelmente.
O corpo perdia o viço, os cabelos embranqueciam, mas o rosto permanecia sem sinais de velhice. O seu aspecto era o de uma "linda velha".
Depois da partida do seu amado, a jovem castelã adquirira o hábito de se demorar, à tarde, na varanda da torre, contemplando o Tejo, na nostálgica expectativa de ver regressar o querido fidalgo. Com o avançar dos anos, já não era a esperança que a movia - era o hábito e a saudade. E as pessoas que passavam olhavam-na e comentavam, com admiração: como é "linda a velha"! E assim aquele casarão onde residia passou a ser conhecido pelo paço da "linda velha", que veio a dar o nome à povoação.

"Lendas Portuguesas da Terra e do Mar"
de Fernanda Frazão

História da Expansão Portuguesa no Mundo Século XV e XVI

M185 - História da Expansão Portuguesa no Mundo Século XV e XVI
História da Expansão Portuguesa no Mundo
Século XV e XVI



Contacto Goa

A famosa edição sobre Goa que faz parte da série Contacto, apresentada na RTP Internacional em Português, foi lançada em Janeiro de 2006 e teve um grande sucesso, com a primeira série composta de treze episódios.

Esta primeira série teve como objectivo explorar a herança deixada pelos portugueses em Goa e noutras partes da Índia, tais como Bombaim, Damão e Diu.
Várias foram as personalidades, instituições e eventos que continuam a ligar estas duas nações e que deram vida ao Contacto Goa.

Dado o grande interesse manifestado pelos telespectadores, a RTPi lançou uma segunda série.
Esta nova série continuará a focar as personalidades, instituições e eventos que ligam a Índia e Portugal de várias formas.

O primeiro episódio desta nova série foi apresentado (na Índia e em Portugal) no dia 15 de Abril, na RTP Internacional.

Os telespectadores que se encontram na Europa ou em África puderam ver o programa na RTP-África.
Este episódio focou a história, passada em Goa, de um verdadeiro casal indo-português, bem como algumas curiosidades sobre a visita do Presidente da República Portuguesa, Aníbal Cavaco Silva, feita recentemente a Goa.

Esta nova série é produzida por uma equipa local constituída por Nalini Elvino de Sousa e Christopher Rego, mantendo-se a apresentadora Lisel Britto.
A série continuará a ser apresentada uma vez por mês ao domingo.

Para mais informações, é favor contactarem-nos através do seguinte "e-mail":contactogoa@yahoo.co.in

domingo, 3 de outubro de 2010

Concerto U2- 360ºC



U2 - Ultra Violet (Light My Way)
http://www.youtube.com/watch?v=TUD4CQT33w4&videos=t3wilvJTTWQ&playnext=6

U2 - City Of Blinding Lights (Taken from U2 360°)
http://www.youtube.com/watch?v=ZhCezZQqxx4&feature=channel

U2 - Vertigo (Taken from U2 360°)
http://www.youtube.com/watch?v=VvKw6ptHDbg&feature=channel

U2@Coimbra - One
http://www.youtube.com/watch?v=h1E9WmkbWts&feature=related

sábado, 2 de outubro de 2010

Fantasia

Deitadas elas estão no palco, a dormir serenamente...
Aproxima-se um pássaro, escuta-as, olha-as
E deita um pozinho sobre elas,
Para as fazer acordar e contar os seus sonhos.

Sentadas, elas estão, num jardim,
Pede á Deusa do Amor e das Flores,
Rosas, lírios, pequenos botões cor-de-rosa,
Para formar um colar de boas-vindas
Reservada a expressar o por do sol.

A pescadora, com a sua rede de pesca
Pede á Deusa do Mar e das ondas,
A calma do mar em todos os sentidos
Para poder receber os peixes.

A bailarina pede á Deusa da Dança,
Sobriedade para dançar ao som do vento,
Pulseiras para braços, pés e colares para pescoço
Pede flores, para colocar no seu cesto.

E no fim, elas agradecem ás Deusas…
E dançam para o seu amado…
O pássaro volta a girar a volta delas
E torna-as adormecer…

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Caracois

Tentáculos: Dois pares retrácteis, na superfície superior da cabeça do caracol, utilizados para ajudar o animal a sentir as coisas. Os olhos estão localizados nas pontas da parte superior do par de tentáculos maior; o par de tentáculos menor está relacionado com o odor.
Poro respiratório: Um pequeno poro na parte lateral do corpo, utilizado para a respiração
Boca: Na parte inferior da cabeça, existe a rádula, uma espécie de língua com a qual o caracol corta osalimentos.
Lábio da concha: O bordo da concha
Pé: A parte do caracol muscular, macia, que permite que o caracol se mova
Concha: A espiral dura, cobertura protectora do caracol
Ápice da concha: A ponta da concha
Qual é o ciclo de vida de um caracol Cepaea?
As duas espécies de Cepaea têm ciclos de vida muito semelhantes. Geralmente hibernam no inverno, acasalam por volta de Maio e põem os ovos no verão. Demoram cerca de três anos para se tornarem adultos.

Como se reproduzem os caracóis Cepaea?
Os caracóis são hermafroditas, o que significa que cada indivíduo tem os dois sistemas reprodutivos, masculino e feminino, mas ainda têm que acasalar, para serem férteis.

Por quanto tempo vivem os caracóis Cepaea?
Uma vez adultos os caracóis podem viver por vários anos. Os caracóis não são classificados como adultos antes de se ter desenvolvido um lábio no bordo da concha.

Mais onformações sobre caracois