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quarta-feira, 22 de março de 2006

Poema a duas mãos..

A beleza das palavras simples... que nos tocam e nos deixam mudos…
das imagens puras.... que nos enchem os olhos e nos fazem sorrir
o mar... que nos atrai e nos delicia
o por do sol... que enche o horizonte e o nosso coração
o nascer do dia... que nos desperta e nos faz desejar
a luz da lua cheia... que nos apaixona e nos enlouquece
um sorriso... que nos aquece
um rosto de uma criança... que nos alegra
a amizade... que nos preenche
o abraço de um amigo... que nos abriga e protege
a paixão... que desejamos
um beijo... que nos toca
andar de mão dada... para mostrar que gostamos
o amor... que procuramos e queremos partilhar
o abraço de quem se ama... que nos transmite segurança e ao mesmo tempo
desejo
dormir agarradinha... pois necessitamos do calor
acordar ainda agarradinha... sabendo que está ali quem amamos
e sorrir... porque estamos bem
existem coisas melhores que as mais simples???

Enviada por : SN

segunda-feira, 20 de março de 2006

Primavera

Somos parte de tudo isto.
Os ramos das árvores fazem eco nas nossas veias.
A Primavera, que apela ao desabrochar das flores e ao regresso dos rouxinóis, desperta-nos para a alegria.
Que te seja possível hoje e sempre partilhar a maravilha do mundo.

sábado, 18 de março de 2006

Possa este ser um daqueles dias...

.. em que a alma descobre coisas jamais sonhadas.
... em que o olhar é subitamente supreendido.
... em que o ouvido é inundado de glória.
... possa este ser um daqueles dias de um novo começo em que parece vermos todos os cantos do universo.

sexta-feira, 17 de março de 2006

Recomeçar!

Não importa onde parei,
Em que momento da vida cansei,
O que importa é que sempre
É possível e necessário "recomeçar".

Recomeçar é dar uma nova chance,
É renovar as esperanças da vida.
E o mais importante: acreditar em mim de novo.

Sofri muito nesse periodo? Foi aprendizagem...
Chorei muito? Foi limpeza da alma...
Fiquei com raiva das pessoas? Foi para perdoá-las um dia...
Senti solidão muitas vezes? É porque fechei a porta até para os outros.
Acreditei que tudo estava perdido? Era o inicio da minha melhora..

Pois é...
Agora é hora de iniciar, de pensar na luz,
de encontrar prazer nas coisas simples...

Que tal um novo emprego? Uma nova profissão? Um corte de cabelo arrojado, diferente?
Um novo curso ou aquele velho desejo de aprender a pintar, desenhar, dominar o computador ou qualquer outra coisa?
Olha quanto desafio...

Quanta coisa nova neste mundo de Deus me espera.
Estou sentindo sozinha? Besteira..
Há pessoas que afastei com o meu "periodo de isolamento",
ha pessoas que espera um sorriso meu para chegar mais perto de mim.
Quando me tranco na tristeza nem mim mesma suporto. Fico horrivel.
O mau humor vai-me comer o figado até a boca ficar amarga.

Recomeçar!
Hoje é um bom dia para começar..
Novos desafios, sonho alto, quero o melhor da vida, quero coisas boas para a vida.
Pensamentos assim traz para mim aquilo que desejo.
Se pensei pequeno, terei coisas pequenas.
Se desejei fortemente o melhor e lutei pelo o melhor,
O melhor vai-me instalar na minha vida.

E é hoje, o dia da limpeza mental.
Vou jogar tudo fora o que me prende ao passado,
ao mundo de coisas tristes,
fotos, roupas, bilhetes de cinema e toda aquela tralha que guardo.
Vou jogar tudo fora, mas, principalmente, esvaziar o meu coração.

Fico pronta para a vida.
Porque eu sou do tamanho daquilo que sinto, que vejo, que faço...
E não do tamanho que os outros me vêem..

Enviada por: FA

APADP


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quinta-feira, 16 de março de 2006

As crianças

O que significa «acolher o reino de Deus como uma criança»?

Um dia, alguém levou crianças até Jesus para que ele as abençoasse. Os discípulos opuseram-se. Jesus indignou-se e disse-lhes para deixarem as crianças chegar até ele. Depois disse-lhes: «Quem não receber o Reino de Deus como um pequenino, não entrará nele» (Marcos 10,13-16).
É útil lembrar que, anteriormente, foi a estes mesmos discípulos que Jesus dissera: «A vós é dado conhecer o mistério do Reino de Deus» (Marcos 4,11). Por causa do Reino de Deus, eles deixaram tudo para seguir Jesus. Procuram a presença de Deus, querem fazer parte do seu Reino. Mas eis que Jesus os adverte que, ao repelirem as crianças, estão justamente a fechar a única porta de entrada nesse Reino de Deus tão desejado!
Mas o que significa «acolher o reino de Deus como uma criança»? Normalmente interpreta-se como: «acolher o Reino de Deus como uma criança o faz». Isso corresponde a uma palavra de Jesus em Mateus: «Se não voltardes a ser como as criancinhas, não podereis entrar no Reino do Céu» (Mateus 18,3). Uma criança confia sem reflectir. Não pode viver sem confiar nos que estão à sua volta. A sua confiança não é uma virtude, é uma realidade vital. Para encontrar Deus, o melhor de que dispomos é o nosso coração de criança, que está aberto espontaneamente, ousa pedir com simplicidade, quer ser amado.
Outra interpretação possível é: «acolher o Reino de Deus como se acolhe uma criança». Pois o verbo «acolher» em geral tem o sentido concreto de «acolher alguém» (Marcos 9,37). Nesse caso, é ao acolhimento dado a uma criança que Jesus compara o acolhimento da presença de Deus. Há uma secreta conivência entre o reino de Deus e uma criança.
Acolher uma criança é acolher uma promessa. Uma criança cresce e desenvolve-se. É assim que o reino de Deus nunca é na terra uma realidade acabada, mas sim uma promessa, uma dinâmica e um crescimento inacabado. E as crianças são imprevisíveis. Neste relato do Evangelho, chegam quando chegam, e obviamente não chegam no momento certo, de acordo com os discípulos. Mas Jesus insiste que é necessário acolhê-las visto que estão lá. É assim que é necessário acolher a presença de Deus quando ela se apresenta, quer seja numa boa quer seja numa má altura. É necessário entrar no jogo. Acolher o Reino de Deus como se acolhe uma criança é manter-se atento e rezar para o acolher quando ele chega, sempre inesperadamente, a horas ou fora de horas.

Porque é que Jesus deu tanta atenção às crianças?

Um dia, os doze apóstolos discutiam para saberem quem era o maior (Marcos 9,33-37). Jesus, que adivinhou os seus pensamentos, disse-lhes uma palavra desconcertante que confunde e abala as suas categorias: «Se alguém quiser ser o primeiro, há-de ser o último de todos e o servo de todos».
A esta palavra, juntou o gesto. Foi buscar uma criança. Terá sido uma criança que encontrou abandonada na esquina de uma rua de Cafarnaúm? Trouxe-a, «colocou-a no meio» dessa reunião de futuros responsáveis pela Igreja e disse-lhes: «Quem receber um destes meninos em meu nome é a mim que recebe». Jesus identifica-se com o menino que acaba de receber nos braços. Afirma que é «um destes meninos» que melhor o representa, de tal forma que receber um menino desses é o mesmo que acolhê-lo a ele próprio, Cristo.
Pouco antes, Jesus tinha dito estas palavras enigmáticas: «O Filho do Homem vai ser entregue nas mãos dos homens» (Marcos 9,31). «O Filho do Homem» é ele próprio e são simultaneamente todos os filhos dos homens, quer dizer todos os seres humanos. A palavra de Jesus pode compreender-se: «os seres humanos estão entregues ao poder dos seus semelhantes». É sobretudo quando Jesus é preso e mal tratado que se verificará, mais uma vez, que os homens fazem o que quer que seja aos seus semelhantes que estejam indefesos. Que Jesus se reconheça na criança que foi buscar já não é assim de espantar, pois, tantas vezes, também as crianças são entregues sem defesa àqueles que têm poder sobre elas.
Jesus deu particular atenção às crianças porque queria que os seus dessem uma atenção prioritária aos desprotegidos. Até ao fim dos tempos, serão os seus representantes na terra. O que lhes fizerem é a ele, Cristo, que o farão (Mateus 25,40). Os «mais pequenos dos seus irmãos», os que pouco contam e que são tratados de qualquer maneira, porque não têm poder nem prestígio, são o caminho, a passagem obrigatória, para viver em comunhão com ele.
Se Jesus pôs um menino no meio dos seus discípulos reunidos, foi também para que eles próprios aceitassem ser pequeninos. Explicou-lhes isso no seguinte ensinamento: «Seja quem for que vos der a beber um copo de água por serdes de Cristo, em verdade vos digo que não perderá a sua recompensa» (Marcos 9,41). Indo pelos caminhos para anunciar o Reino de Deus, os apóstolos também serão «entregues nas mãos dos homens»: Nunca saberão de antemão como irão ser acolhidos. Mas até para aqueles que os acolherem apenas com um simples copo de água fresca, mesmo sem os levarem a sério, os discípulos terão sido portadores de uma presença de Deus.
Carta de Taizé: 2006/2

quarta-feira, 15 de março de 2006

Espectáculo de Goa a Coimbra


25 de Março
Festa do 10º Aniversário da Associação Cultural de Amigos de Goa, Damão e Diu (Coimbra).
O espectaculo, que se intitula “De Goa a Coimbra” constará das actuações do Grupo Ekvat e do Grupo da Associação de Antigos Estudantes de Coimbra em Lisboa, que inclui o Dr. Luís Góis.

quarta-feira, 8 de março de 2006

Dia Internacional da Mulher

Dia Internacional da Mulher é celebrado a 8 de Março de todos os anos. É um dia comemorativo para a celebração dos feitos econômicos, políticos e sociais alcançados pela mulher. De entre outros eventos históricos relevantes, comemora-se o incêndio na fábrica da Triangle Shirtwaist (Nova Iorque, 1911) em que 140 mulheres perderam a vida.

A ideia da existência de um dia internacional da mulher foi inicialmente proposta na viragem do século XX, durante o rápido processo de industrialização e expansão económica que levou aos protestos sobre as condições de trabalho. As mulheres empregadas em fábricas de vestuário e indústria têxtil foram protagonistas de um desses protestos em 8 de Março de 1857 em Nova Iorque, em que protestavam sobre as más condições de trabalho e reduzidos salários. As protestantes seriam atacadas pela polícia. As mulheres envolvidas nestes movimentos foram as mesmas que fundaram, dois anos depois, os sindicatos.