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quarta-feira, 31 de dezembro de 2003

Encontro de Taizé em Hamburgo (2003/2004)


A face da Igreja como comunhão


«Quem olha para Deus resplandecerá, na sua face não haverá mais amargura», canta o salmista: em Hamburgo, em confiança e em simplicidade, pudemos ver luz na face da Igreja. Afinal era a sua verdadeira face, a sua face de comunhão.
Em Hamburgo, tal como noutros sítios, apresenta-se por vezes a Igreja como uma instituição ultrapassada, sem gosto pela beleza moderna, um vestígio do passado que tem medo de aceitar a sociedade do presente. E, contudo, existe uma realidade de Evangelho, por vezes escondida, mas intacta na sua frescura inicial. Esta realidade precisa de pouco para se tornar visível. É esse pouco que é trazido, de vez em quando, por um acontecimento inesperado, como foi a chegada a Hamburgo de milhares de jovens de todo o continente. «Um pouco» que permitiu a numerosos cristãos e não cristãos, da cidade e da região, oferecer o melhor deles próprios.
Um sinal simples
O Encontro de Hamburgo não pretendia ser outra coisa que não um sinal muito simples. Podia ler-se no folheto preparado no Outono passado para explicar às pessoas de Hamburgo o significado do Encontro: «O Encontro Europeu não é uma conferência sobre um tema preciso. Os jovens que virão não pertencem a uma orientação política específica, nem a um movimento. Os participantes vêm de diversas igrejas e de diferentes tradições cristãs. Vêm atravessando fronteiras humanas e geográficas. Não à procura do que os separa, mas do que os une, não para se reconfortarem mutuamente no pessimismo, mas para se aperceberem de sinais de esperança.»
O Encontro realizou-se num período difícil da vida dos cristãos de Hamburgo. A Igreja luterana e a Igreja católica sofrem situações financeiras cada vez mais difíceis. Têm de tomar decisões bastante dolorosas: fechar igrejas, suprimir certas instituições que foram iniciadas muito generosamente há muito tempo e que não podem continuar com o mesmo estilo. E isso cria tensões. Muita gente dizia: «Não é a melhor altura para termos um encontro de jovens.» Outros, pelo contrário, afirmavam: «É precisamente agora que precisamos de algo completamente diferente.»
O Encontro não trazia nem uma solução para os problemas da Igreja, nem uma proposta completamente nova para repor as comunidades cristãs nos caminhos do «crescimento». Tratava-se sobretudo de uma celebração do que já existe e também do que é desejado com esperança. O Encontro queria favorecer uma redescoberta do que já nos une, cristãos de diversas Igrejas, muito para além das heranças dolorosas da história. Procurava exprimir o desejo de nos libertarmos do que magoou, a fim de rezarmos em conjunto. Foi isso que aconteceu com uma dezena de responsáveis de Igrejas, bispos luteranos, ortodoxos e católicos, que rodeavam o ícone de Cristo na cruz na noite de 30 de Dezembro.
«Não estamos sozinhos»
Várias confissões cristãs de Hamburgo acolheram jovens, em cerca de 280 paróquias, quer dentro da cidade quer nos arredores. Também as cidades vizinhas, até Lübeck ou Lüneburg, a mais de sessenta quilómetros de Hamburgo, ofereceram um bom acolhimento.
Seis bispos, protestantes e católicos, de Hamburgo e da região, tinham escrito em conjunto uma carta dirigida a todas as paróquias para as encorajar a acolherem as dezenas de milhares de jovens que viriam de toda a Europa, Oriental e Ocidental, e até de mais longe: «Darão um sinal de esperança e de encorajamento num mundo onde muitos procuram um sentido que os possa guiar. Acolhamo-los bem!»
As orações comunitárias realizaram-se em grandes pavilhões, decorados com reproduções de pinturas da região: por exemplo, inspiradas nos altares de Meister Bertram ou com grandes cruzes simbolizando a árvore da vida, à imagem da cruz da catedral de Lübeck, muito próxima. Uma jovem participante do sul da Alemanha descreve a sua experiência, marcada por estas orações:
«Mal entrei no pavilhão 4, na primeira noite, senti a comunhão. Logo que se começa a cantar e a rezar em conjunto, tudo o que pesava se torna mais ligeiro e chega uma grande paz e também alegria. Faz-nos bem ver que não estamos sozinhos na fé, que há outros jovens. Nestas orações, sentia Deus muito próximo. E esta alegria era comunicativa. Era impressionante ver a atitude das pessoas transformar-se, na rua ou no metro, e descobrir a sua atenção e interesse. A nossa família de acolhimento foi de uma extraordinária hospitalidade. Não tínhamos problemas de comunicação, tentavam compreender o que procurávamos, e fiquei felicíssima quando a nossa ‘mãe de acolhimento’ nos acompanhou à oração da noite nos pavilhões. Era muito bonito ver todas as gerações juntas e ver pessoas de idade deixar-se tocar pela oração.»
O bispo luterano Huber, presidente do Conselho das Igrejas evangélicas na Alemanha, escrevia ao irmão Roger: «Este Encontro em Hamburgo é um sinal imenso de paz e de abertura à reconciliação. É impressionante ver tantos jovens de toda a Europa e de outros pontos do mundo empenharem-se na ‘Peregrinação de confiança na terra.’ Esta ‘Peregrinação’ já marcou numerosas gerações de jovens e deu-lhes a coragem da fé para fazerem os compromissos exigidos pelo nosso tempo. O seu próprio compromisso, caro irmão Roger, é para isso um catalisador decisivo. Os jovens percebem através de si e dos seus irmãos que não estão sozinhos nos seus esforços de reconciliação no nosso mundo, mas que, pelo contrário, estão ligados numa comunidade de oração com as dimensões do mundo.»
Um Encontro destes não se pode fazer sem o apoio não só das igrejas locais, mas também de todas as administrações e diferentes serviços das cidades de acolhimento. A organização dos transportes, por exemplo, exige que muitas pessoas renunciem às suas férias para assegurar os serviços suplementares. Ou o acolhimento nas escolas: as pessoas que lá trabalham aceitaram vir às escolas nesses dias e fizeram-no com uma grande disponibilidade.

terça-feira, 22 de abril de 2003

ISABEL ALLENDRE

A Cidade dos Deuses Selvagens

segunda-feira, 21 de abril de 2003

CHITRA BANERJEE DIVAKARUNI

A Irmã da minha alma

Ao ler este livro, fez-me lembrar muito uma rapariga, meiga, generosa, carinhosa, uma irmã de coração. Lembrar da cúmplicidade nas travessuras de infância e na adolescência, partilhamos sonhos, histórias e experiências. Também nos nossos caminhos,estaremos unidas por um laço mais forte que o do sangue.

sábado, 1 de fevereiro de 2003

Signo chinês - Cabra

1907 Fev 13 a 1908 Fev 01
1919 Fev 01 a 1920 Fev 19
1931 Fev 17 a 1932 Fev 05
1943 Fev 05 a 1944 Jan 24
1955 Jan 24 a 1956 Fev 11
1967 Fev 09 a 1968 Jan 29
1979 Jan 28 a 1980 Fev 15
1991 Fev 15 a 1992 Fev 03
2003 Fev 01 a 2004 Jan 21
2015 Fev 19 a 2016 Fev 7

Cor: Verde claro
Sabor: Doce
Alimento: Vegetais crus
Bebida: Água mineral
Flor: Narciso
Árvore: Árvore plana
Metal: Alumínio
Instrumento Musical: Harpa
Dia do Mês: 28
Números: 3, 4, 5, 12, 34, 45 e 54
Compatibilidades entre Signos
Maior: Coelho, Porco e Cavalo
Media: Tigre, Dragão, Serpente, Cabra e Galo
Pior: Rato, Búfalo e Cão

A Cabra é respeitada, inventiva, sensível e tem boas maneiras. São bons ouvintes e preocupam-se bastante. Gostam de agradar e ficam chateados quando não são bem sucedidos. As Cabras são bem comportadas quando crianças e são óptimos companheiros. Adoram as tradições e lutam para as manter vivas. São sensíveis ao ambiente em seu redor e gostam de uma casa limpa e confortável. Requerem muito suporte da parte dos amigos mais chegados e da familia. São muitas vezes sonhadoras idealistas.
A Cabra é gentil e amigável. É sensível ao ambiente e é o mais tranquilo do signos do zodíaco chinês.


Amor
Em Fevereiro, as relações sentimentais serão satisfatórias, reinará a serenidade e a complacência sexual. Em Maio, em mudança, algum problema poderia sair à luz. Recorda que o diálogo com o casal não deverá faltar nunca. Em Julho os que estão sós viverão momentos de intensa paixão com os signos do Búfalo e do Coelho. Terminarás o ano em doce companhia, rodeado do afecto dos amigos de sempre.
Trabalho
Em Janeiro, estarás de festa se trabalhas como empregado, especialmente se trabalhas no sector contável ou de seguros. Em Março os profissionais independentes sofrerão algumas perdas, especialmente se operam no sector da moda e da arte em general. Dezembro se preanuncia, em mudança, o melhor mês do ano, com a possibilidade de um significativo ganho no jogo.
Saúde
Durante todo o ano o céu te aconselha de seguir uma alimentação sã e natural. Os meses melhores para iniciar uma actividade desportiva parecem ser Março e Outubro, períodos onde gozarás de uma grande energia. Goza-te o período invernal praticando esqui e natação.